
H1N1: Diogo Carreira está a recuperar bem.
O novo caso foi ontem anunciado pelo clube da Luz no seu site oficial. Diogo Carreira estava ao serviço da selecção nacional de basquetebol, tendo sido internado no Hospital Curry Cabral, em Lisboa, onde recebeu o "devido tratamento". "A situação clínica evolui positivamente", garante o clube dos encarnados no site.
O jogador já teve alta do hospital e foi para casa, onde continuará o programa profilático e as medidas de prevenção de contágio. Diogo Carreira vai estar isolado durante três ou quatro dias.
O caso de gripe A do basquetebolista obrigou também a selecção nacional a adoptar um programa de contingência, com todos os jogadores a ser medicados com Tamiflu.
Aliás, a equipa técnica e o resto da comitiva (num total de 20 pessoas), que está de partida para a Bélgica – onde joga na terça-feira para a fase da qualificação do Europeu 2010 –, será também sujeita às habituais medidas de prevenção. Após este desafio, a selecção de basquetebol segue ainda para a Bósnia, tendo jogo marcado para sexta-feira. Finda a dupla jornada, os jogadores regressam a Portugal.
Este é já o terceiro foco de gripe A no Benfica. Os dois primeiros casos verificaram-se na equipa de futebol dos juniores, tendo então levado o clube a uma acção de esterilização do Centro de Estágio do Seixal.
Paralelamente, foram detectados nas últimas 24 horas mais 28 casos de infecção com o vírus H1N1, elevando os registos portugueses para um total de 505 doentes. Cinco pessoas continuam internadas, mas em situação clínica estável. Apenas no Hospital de S. João, no Porto, estão dois doentes cujo prognóstico se mantém reservado.
MULHER AINDA EM RISCO DE VIDA
Carla Silva, de 30 anos, continua internada no Hospital de S. João em estado crítico, mas o director do Serviço de Doenças Infecto-Contagiosas da unidade hospitalar, António Sarmento, salienta que o facto de não ter piorado é "encorajador". Como medida de prevenção, os familiares de Carla começaram a medicação para o vírus H1N1.
O marido, Artur Arada, os sogros e a cunhada foram os primeiros a receber os fármacos. Após a queixa de Artur Arada, foram também medicados outros familiares, nomeadamente a filha do casal, com quatro meses.
Para mais informações visite o site do CM.
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